sábado, 29 de outubro de 2011

Actualidades

Alguns temas da actualidade,

Coelho, planos de austeridade e Orçamentos
Era impossível avançar para qualquer tentativa de anáilise seja do que seja e ignorar o actual panorama político-social do país. O que me impressiona neste primeiro-ministro é um aspecto basilar de todo meu pensamento que se segue. É que o homem ainda não fez absolutamente nada do que prometeu em campanha eleitoral e isto diz muito acerca do carácter de um indivíduo. Assumir uma conduta de vida, saber dialogar nos bons e maus momentos e não esconder-se seja no que fôr, constituem características de todos os que se dizem meus amigos. E o Passos Coelho não é meu amigo. Também não votei nele, por isso não me sinto desiludido. Agora, revoltado talvez. Não mais não seja pelas insónias que o artista anda a provocar no meu pai que se vai ver, de um dia para outro, reduzido em duas mensalidasdes de pensões para as quais descontou quarenta anos!!! Os tempos não estão fáceis e admito e condeno o despesimo do Sócrates. Agora não tenho dúvidas que o país não estava preparado para os milhões gastos na reconversão das escolas, para os "Magalhães" dos quais já ninguém fala, para as parcerias público-privadas que ao fim ao cabo apenas redondam numa despesa para o Estado e para a permissividade perante a gestão ruinosa de praticamente todas as empresas com o cunho público, desde CP, Refer, Metro Porto, Metro Isboa, Estradas de Portugal, Carris e STCP. O que eu não admito é que a hipocrisia pura tenha tomado conta de todos os que dizem que a "culpa é do Sócrates". É um dos culpados, tem responsabilidades sim senhor, mas o que dizer daquela barra de inteligência que é Santana Lopes, que em apenas um ano, a única coisa que fez foi gastar sem olhar a meios com um minitro das Finanças, Bagão Félix, que já deixa um défice orçamental de quase 6%. Outras cabeças brilhantes que hoje surgem como ilustres comentadores, tais como Eduardo Catroga ou Braga de Macedo conseguiram durante os seus mandatos défices de 5% e 7,5%, respectivamente. E esse gestor fantástico que é Paulo Portas que julgou fundamental, dada a "dimensão histórica do país" (as palavras são dele), comprar dois submarinos que metiam água e só podem atracar em Lisboa. E o Durão, o nosso "cherne", que depois de anunciar que o país estava de "tanga", à mínima hipótese de nos abandonar para ganhar muito mais sem ter que nos aturar, se pôs ao fresco. Deus escreve direito por linhas tortas e hoje é uma autêntica marioneta, sem vida, usado de quando em vez pelos gestores europeus de nome Merkl e Sarkozy. E o nosso "Silva", que se borra e se curva todo com os disparates do boçal Alberto João, que só fala através das redes socias (os tipos do "Portugalex", programa de humor de rádio, fartam-se de gozar com esta faceta), diz muito pouca coisa com conteúdo e que adora recordar "eu já havia dito e alertado", "afinal eu tinha razão"? Relembro-vos que o homem é economista de formação e não dispõe de uma ideia que seja para o país!Meus amigos, nunca vi grande diferença entre o PS e PSD e julgo que salvo poucas excepções esse "Bloco Central" é um manancial de incompetentes e sorvedores do Estado. Políticos maus, antigos maus estudantes, com cursos essencialmente tirados em universidades privadas, mas óptimos coladores de cartazes e tocadores de bombo durante o "estágio" tirado nas juventudes.Quem paga é o povo, a Função Pública leva por tabela porque é mais fácil, os privados trabalham mais, porque também agrada a um patronato que despede quando quer e as grandes fortunas ficam uma vez mais por taxar, num país onde a banca usa e abusa, com a complacência estatal de um país com o pior Presidente da Repúbica pós-25 de Abril.E tanto ficou por dizer...
Khadafi morre às maõs da NatoPois é. O histórico líder da Líbia com mais de quarenta anos de poder morre a mando dos salvadores do mundo, deixando desta forma um território completamente aberto ao saque das multinacionais petrolíferas. Ditador de profissão, mãos ensaguentadas de milhares de desaparecidos, Khadafi acaba por ter um fim que ninguém adivinharia há no início do ano. A "Primavera Árabe" que começa no Egipto, que segue para a Tunísia, que abana o Bahrein, Síria e até deixa rasto nos improváveis Turquemenistão e no Uzbequistão, deita por terra uma personalidade que nos últimos tempos vinha-se aproximando cada vez mais ao Ocidente. Não lhe foi sufiuciente e se cá fora a imagem terrorista do homem até estava a desvanecer, dentro do seu território havia muitos que não se esqueciam dos anos e anos de terror e medo. Seguem-se outros ditadores, neste caso os EUA, ladeados pelas nações amigas, França e Inglaterra, que não terão problemas em orientar o CNT (Conselho Nacional de Transição) e ensiná-los como se deve assinar acordos comerciais.

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